Blog não oficial

5.11.2007

The Gift :: Imprensa

Concertos da Queima das Fitas do Porto
The Gift agarram o público


O Parque da Cidade concentra milhares de estudantes para assistirem aos concertos e percorrerem as muitas barraquinhas das universidades. Ontem, mais uma vez, The Gift e Rui Veloso levaram o público ao rubro.
A comunidade estudantil e as muitas bengalas que os acompanhavam ficaram embalados tanto com a energia da vocalista dos The Gift, Sónia Tavares, como pelas tradicionais músicas de Rui Veloso.
Foram os The Gift quem estreou o palco. Logo depois da primeira música, a vocalista fez questão de dizer: “É um prazer voltar à vossa casa e fazer da vossa festa a nossa festa”. Os primeiros temas cantados fizeram os estudantes relembrem, «Vinyl» com temas como ”My Lovely Mirror”, “OK! Do You Want Something Simple?” e “Nowadays”. A dada altura a Sónia achou o público um pouco parado de mais para a festa e não se inibiu de dizer: “Estou a ver-vos muito quietos, por isso vão bater palmas comigo”. E a verdade é que nem sequer foi preciso pedir muito, a camada estudantil aderiu logo ao pedido com bastante entusiasmo. A banda aproveitou ainda para apresentar ao público músicas do novo Cd “Fácil de Entender” lançado em Outubro de 2006, onde temas como “Driving You Slow”, “Question Of Love” e outras tantas foram cantadas pela maioria. Aquele que é considerado por muitos “o pai dos estudantes” e uma “mobília da casa” – Rui Veloso –, cantou e encantou, como já é tradição, os estudantes com os seus temas como “Nunca me Esqueci de Ti”, “Todo o Tempo do Mundo”, “Porto Covo”, “Postal dos Correios” e a tão lendária e esperada “Não há estrelas no Céu”. Rui Veloso demonstrou como se sente entrosado com a população estudantil e, sem mais, disse bem alto “à nossa” e bebeu um copo de vinho. Olhou para os cachecóis da primeira fila e em tom de brincadeira retorquiu: a faculdade de letras vai escrever as minhas letras”.

Diana Campos Ferreira (texto)/Helder Almeida (foto)
in O Primeiro de Janeiro - 11 de Maio de 2007

The Gift :: Queima Porto

The Gift - Facil de Entender
Queima do Porto 2007 - 9 de Maio de 2007




@ nbarbot

The Gift :: Espanha

Pop
The Gift


Han dado casi 100 conciertos en España y siguen sumando directos mientras nos presentan un disco que no esconde el pasado, dicta el presente y apunta al futuro.

María Baigorri: ¿Cómo surgió la idea de hacer un recopilatorio en estos momentos?
John: Este disco no es un recopilatorio, es un disco nuevo de The Gift: tiene canciones de estudio que ya tenían otro discos, canciones que están remezcladas en directo y canciones inéditas que nunca fueron lanzadas. Es un poco "La vida de The Gift hasta hoy", representa lo que es The Gift en abril de 2007, con su parte estética y artística. El disco también tiene una parte fundamental que es la del directo y el DVD, que es la imagen de la banda, por lo que nosotros lo consideramos un producto muy importante y no tanto como un simple recopilatorio.

M.B: ¿Quizá porque abril de 2007 supone un punto de inflexión en vuestra carrera?
John: No, este disco significa el presente. Quien vaya a comprarlo no va a tener un recopilatorio de los últimos 10 años al uso ya que no son canciones antiguas colocadas así porque sí.

M.B: ¿Cómo seleccionasteis las canciones para este disco?
Nuno: La edición portuguesa tiene 25 canciones. Creo que el objetivo para España es presentar de la mejor forma nuestro trabajo y nuestro sonido. Si colocásemos las mismas canciones aquí, la idea central del sonido "Gift" se perdería, por eso decidimos hacerlo más simple y escoger las canciones más identificativas de todo el espectro de nuestro sonido.

M.B: Ninguno de vosotros es batería. ¿En directo contáis con la presencia de alguien o tiráis de tecnología?
Sonia: En directo tenemos un músico invitado que toca la batería; siempre hemos tenido batería desde 1999. En el primer disco no había, las primeras canciones tenían una caja de ritmos, pero entendimos que hacía falta algo que pudiese dar más fuerza al directo, y un batería es perfecto para conseguir lo que queríamos.

M.B: Decir The Gift es decir experimentación, querer ir más allá dentro de la música. ¿Cuáles son los próximos terrenos que queréis investigar?
Nuno: En este disco ya experimentamos cosas nuevas: mezclar un coro de voces femeninas con la voz de Sonia, ya que Sonia no tiene una voz muy femenina y creo que es lo mejor de los Gift, la androginia de su voz, por lo que colocar esa voz fuerte con otras más limpias es muy interesante. Además hemos utilizado un arpa, que es un instrumento que queda muy bien con el tipo de programaciones que estamos haciendo. En directo estamos explorando la utilización de los dos músicos invitados, el baterista y un multiinstrumentista que toca xilófono, vibrafón y otros instrumentos de percusión muy bonitos y que crean unos ambientes muy especiales para nuestras canciones. Queremos intentar ser más simples en directo; estamos intentando ser los "Gift portátiles", es decir, tratar de montar y sacar todo al escenario en poco tiempo para empezar a tocar.

M.B: ¿Estáis de acuerdo si os digo que The Gift hace pop clásico con instrumentos del siglo XXI?
Nuno: Desde el inicio de la banda una prioridad fue ir por otro camino a lo que se estaba escuchando. En el 94 eran los power-tríos los que dictaban las reglas. Siempre hemos sido fieles a aquello que nos ha parecido artísticamente más interesante.

M.B: Nuno, ¿piensas en lo especial que es la voz de Sonia y amoldas tus composiciones a ella?
Nuno: No. A veces es un problema porque las tonalidades quedan fuera de su registro.

M.B: ¿Y quién se adapta a quién?
Sonia: Intentamos hacerlo al 50%. Por ejemplo Driving show era tan baja que era imposible llegar y luego subía tanto que también era imposible. Nuno: Es como cuando alguien está entrenando y sabes que esa persona puede dar el 300% pero hasta el día de hoy solo dio el 100 o el 200. Yo creo que la voz de Sonia necesita ser estimulada para poder llegar más lejos, y si nosotros desde la primera canción hubiésemos compuesto para su voz en exclusiva no estaríamos donde estamos hoy.

M.B: Creo que tenemos un desconocimiento total de lo que se hace en Portugal más allá del fado y la tradición…
John: Hay muchas bandas nuevas de estilos distintos que hacen muy buena música, pero es increíble que estemos separados por pocas horas de viaje y la cultura no pase. Es un problema que nos gustaría resolver. Si cada año 10 bandas portuguesas giraran con diez españolas el publico español conocería más bandas portuguesas y viceversa.

Texto María Baigorri
in http://madrid.lanetro.com - Abril 2007

5.07.2007

The Gift :: Queima Coimbra

A Queima de Coimbra é a que traz
Entrevista a Sónia Tavares, vocalista dos The Gift


A voz da banda de Alcobaça diz que o concerto de sexta-feira, 4, fez o público esquecer-se das tendas durante hora e meia e deixa entender que a Queima das Fitas de Coimbra é a melhor do País.

Qual é a tua impressão acerca da Queima das Fitas de Coimbra?
Eu ainda sou do tempo em que a Queima das Fitas trazia grandes bandas internacionais, como os Suede, de que gosto bastante.
Geralmente, divirto-me imenso, seja em Queimas ou Recepções ao Caloiro. Até porque para mim são um festival de música.

Achas que as pessoas ainda vêm mais pela música do que pelas tendas, álcool e festa em si?
Sim, e hoje pudemo-nos aperceber disso, quando tivemos uma plateia de milhares de pessoas entusiasmadíssima com o nosso concerto. Acho que as tendas e o álcool ficaram esquecidas por uma hora e meia.

Qual será a melhor Queima das Fitas do País?
Não é para ser simpática, mas esta é sempre a que nos traz mais responsabilidade. Quando vimos à Queima de Coimbra ficamos sempre um bocadinho trémulos porque, se não é a melhor e mais importante, é, pelo menos, a que traz uma maior responsabilidade.

Coimbra é mais AM ou FM?
É um misto dos dois, porque, nos nossos concertos no Teatro Académico de Gil Vicente e nas festas académicas, conseguimos sempre combinar a parte bonita da história com a parte festiva do conto.

Por: Rui Simões
in www.acabra.net - 2007-05-05

The Gift :: Queima Coimbra

The Gift satisfeitos com recepção em Coimbra



Os The Gift fazem um balanço positivo do concerto na primeira noite da Queima das Fitas, salientando os “momentos de plena relação entre músicos e público”
Em conferência de imprensa, Nuno Gonçalves revelou que esta não é a primeira vez que a banda actua no primeiro dia da Queima e que, neste dia, normalmente “o público tem mais vibração e acaba por contagiar os músicos”.
Os “singles” foram a “arma” dos The Gift no concerto desta noite, como revelou Nuno Gonçalves. O alinhamento foi escolhido a pensar no público, uma vez que, explica a vocalista Sónia Tavares, “a Queima das Fitas é uma festa e, por isso, não queríamos tocar músicas desconhecidas”. A banda acabou por tocar quatro “singles” seguidos mas Miguel Ribeiro salienta o facto de as pessoas conhecerem e acompanharem também as outras músicas.

“Portugal não vive só de fado”
Este foi o terceiro concerto dos The Gift em festas académicas (estiveram em Aveiro e Braga). Antes, a banda esteve em Espanha, onde deu dois concertos que tiveram lotação esgotada.
Além fronteiras, um dos objectivos principais da banda de Sónia Tavares é “promover a música pop como cultura” e “mostrar que Portugal já não vive só do fado”, explica Nuno Gonçalves. O teclista acrescenta que os The Gift “não têm nada contra o fado” mas acham que “Portugal é bem mais do que o cinzentismo do xaile negro”.
A banda lamenta que tenham de ser eles a “abrir a estrada” para a música portuguesa no estrangeiro e que outras bandas não percorram o mesmo caminho. Ainda assim, Sónia Tavares rejeita a existência de qualquer tipo de pressão ou responsabilidade sobre os The Gift: “fazemos o que gostamos e o que nos apetece”.

Por: Sandra Ferreira
in www.acabra.net - 2007-05-05